quinta-feira, 16 de junho de 2011

Papel sintético: uma alternativa ambiental


                    
O papel sintético pode ser uma solução futura para um dos maiores problemas ambientais que sofremos. Pesquisadores da Universidade Federal de São Carlos, em São Paulo, criaram papel que usa como matéria-primeira o plástico, e não a celulose.
O estudo durou seis anos até ser concluído e a fabricação desta nova “invenção” consome menos água e menos energia do que os procedimentos atuais. A melhor parte desta história é que, praticamente, qualquer plástico pode ser utilizado.
Para prepará-lo, o plástico é triturado e misturado a uma série de substâncias. Após esse procedimento, é submetido a altas temperaturas. Depois de derretido, é resfriado e novamente picotado. O processo termina em outro equipamento que funde os grãos para produzir o papel sintético.
A ideia já foi testada e patenteada. Os pesquisadores aguardam interesse de indústrias para que a novidade entre de vez no mercado. Cerca de 850 quilos de plástico reciclado são necessários para produzir uma tonelada de papel sintético e, segundo os pesquisadores, a cada tonelada produzida, pelo menos 30 árvores deixam de ser cortadas.

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